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Aqui nos aglomerados, como no Aglomerado da Serra, queremos ser resistência e construir possibilidades de mundos através da heterogeneidade dos atores que são chamados e participam das reflexões.

 

Favela Aglomerado da Serra

Zona sul de Belo Horizonte

Fonte: wiki toque'

É impossível pensar a favela sem pensar a cidade, pois não existe uma sem a outra.  Não aceitamos, portanto, o conceito de cidade partida.  O caráter relacional se impõe.  Usamos essa analogia para pensar a produção do “conhecimento científico”.  A “ciência” se faz através de relações políticas, econômicas, jurídicas, sociais etc.  As fronteiras entre a cidade e a favela, entre o que é e não é científico, são borradas e construídas através dessas relações. 

A favela supera os estigmas de territórios violentos e miseráveis, apresentando-se com a riqueza da sua pluralidade de convivências de sujeitos sociais em suas diferenças culturais, simbólicas e humanas.

Também queremos superar estigmas.

Que estigmas? De que é preciso pertencer a certos nichos para fazer e falar de “ciência”; de que há uma forma predeterminada para discutir assuntos ditos científicos.

O que te angustia,

te incomoda,

te revolta,

te mobiliza,

te entusiasma,

te maravilha?

Aglomerantes,

sejam bem-vindas e bem-vindos!

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